Flávio Max

Flávio Max

Como crítico de cinema, mantenho o blog "Do Papel ao Movimento" desde 2011. Porém, escrevo sobre filmes desde que descobri a caneta e o papel como minhas armas favoritas no combate à ignorância; a minha e a de quem me lê. Penso a vida através dos filmes, por isso, gosto de longas-metragens que me façam pensar, mas consigo tirar reflexões até de produções muito banais. Afinal, a arte é sempre uma confirmação ou uma cisão das coisas instauradas ao nosso redor. Para mim, “a vida não tem sentido”, quando vou ao cinema “é como voltar ao útero e ver a vida surgindo” e “o maior brinquedo inventado pelo homem é o cérebro”. Lynch, Fellini e Chaplin na minha forma de ver o mundo.

Tangerine

Se não me engano, foi Jean Renoir quem disse que o cinema só se tornaria arte, de fato, quando os instrumentos para realizá-lo fossem tão fáceis de manusear quanto lápis

Carol

Crítica publicada também no Do Papel ao Movimento Therese Belivet trabalha em uma loja de brinquedos. É véspera de Natal e o local está repleto de mães em busca do

007 Contra Spectre

Uma adolescente comenta aos risos: “É muito previsível. James Bond sempre se dá bem”. Um senhor – talvez seu pai ou um tio – com um ar de felicidade no rosto, rebate

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