Antonio Borduque

Antonio Borduque

Agradecido por poder estudar o que mais ama, seu cérebro funciona a 24 quadros por segundo. Cada instante é um roteiro em potencial. Um freak da teoria, lê mais sobre cinema do que vê filmes, mas pensa em começar a viver mais pra ser um melhor cineasta. Atualmente morando na Argentina, é um diretor/técnico de som/pseudo-ator, cheio de projetos simultâneos, mesmo sendo um cético do multitasking.

Adeus à linguagem

(ou O cachorro do Godard) Segundo o poema, a ideia é simples: desconstruir o cinema para montá-lo de novo. Jean-Luc Godard não é figurinha nova por essas bandas, alguém que inclusive

17º BAFICI: O céu dos bons ares

Buenos Aires é um palco. Palco do cinema, do teatro, da literatura, e da vida de seus personagens, que atravessam as ruas da capital com a mesma força da poesia

17º BAFICI: Filas, histórias e expectativas

  Para variar, saio atrasado de casa. Tenho horário no médico. Subo correndo no ônibus que me leva até o bairro de Almagro, bem longe do meu bairro. Meu relógio

Relatos Selvagens

Acho que não dá para explicar. Demorei mais de cinco segundos para fazer a sinapse quando  vi que os cartazes de Relatos Selvagens tinham sido mudados, nove semanas depois da

O Grande Hotel Budapeste

“Estilo individual é um plágio de si mesmo”, dizia Alfred Hitchcock quando o confrontavam sobre as semelhanças espalhadas ao largo de sua obra. Não só ele, muitos outros cineastas também

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